O sangue dos homens escorrem pelos montes da terra,
O preconceito corta a pele separando as ligações celulares
abrindo espaço para o nascer do espetaculo purpuro
Em uma direção retilinea e uniforme.
A morte gloriosa, mostra gigantes que foram vencidos no escuro,
Lutadores amarrados e anulados da vida
O amor se fez corromper com ideologias egoistas
O amor se fez mendigar na escuridão da vida,
Os ventos vindos do sul secaram o escoar
E fiseram os choros e guerras se transformarem em vidas secas,
Mas ainda prosigo, nas escuridões temporais,
Nos castelos medievais, nos moinhos vendidos
Nos caixotes incardidos, nos engenhos perdidos
Nas estradas esburacadas, nas favelas desgovernadas
Nos horizontes corrompidos, nas guerras obrericas,
Dos lirios campais, das costas fenais
Dos supostos doutos universais
Ainda prosigo, ainda busco um amor,
Um lugar, um abrigo, um lar,
Você ou qualquer outro amor...
sábado, 17 de maio de 2008
O Buscador de Mundos
07:33
TIAGO RIZZOLLI



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