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segunda-feira, 26 de maio de 2008

Mundo em Mudanças

Vídeo interessante que retrata de certa forma a realidade do mundo...o mundo está ficando rídiculo...e isso realmente perde a graça...

sábado, 17 de maio de 2008

O Buscador de Mundos

O sangue dos homens escorrem pelos montes da terra,
O preconceito corta a pele separando as ligações celulares
abrindo espaço para o nascer do espetaculo purpuro
Em uma direção retilinea e uniforme.
A morte gloriosa, mostra gigantes que foram vencidos no escuro,
Lutadores amarrados e anulados da vida
O amor se fez corromper com ideologias egoistas
O amor se fez mendigar na escuridão da vida,
Os ventos vindos do sul secaram o escoar
E fiseram os choros e guerras se transformarem em vidas secas,

Mas ainda prosigo, nas escuridões temporais,
Nos castelos medievais, nos moinhos vendidos
Nos caixotes incardidos, nos engenhos perdidos
Nas estradas esburacadas, nas favelas desgovernadas
Nos horizontes corrompidos, nas guerras obrericas,
Dos lirios campais, das costas fenais
Dos supostos doutos universais
Ainda prosigo, ainda busco um amor,
Um lugar, um abrigo, um lar,
Você ou qualquer outro amor...

segunda-feira, 5 de maio de 2008

NÃO A MORTE, SIM A VIDA

Em 6 de abril, a compositora e escritora norte-americana Gianna Jessen completou 31 anos. Infelizmente, pouco se sabe dela no Brasil, porém a jovem Jessen é uma das mais influentes ativistas pró-vida nos Estados Unidos e no mundo. Cristã, sua história virou livro há alguns anos. A seguir, leia um dos famosos depoimentos de Jessen, dado à Câmara dos Deputados dos EUA em 22 de abril de 1996, onde contou como foi abortada, mas sobreviveu.

“O meu nome é Gianna Jessen e tenho 19 anos. Nasci na Califórnia, mas atualmente vivo no Tennessee. Fui adotada e tenho paralisia cerebral. A minha mãe verdadeira tinha 17 anos e estava grávida de sete meses e meio quando decidiu fazer um aborto por solução salina. Sou a pessoa que ela abortou. Mas, em vez de morrer, sobrevivi”.

“Felizmente, para mim, o médico aborteiro não estava na clínica quando nasci com vida, às 6h da madrugada de 6 de abril de 1977. Nasci prematura: a minha morte não estava prevista para antes das 9h, altura em que o aborteiro deveria começar a trabalhar. Tenho a certeza de que não estaria aqui hoje no caso de o aborteiro estar na clínica, pois o seu trabalho é matar, e não salvar. Algumas pessoas disseram que sou um aborto de carniceiro, um aborto falhado”.

“Algumas pessoas presenciaram o meu nascimento: a minha mãe e outras moças que estavam na clínica à espera da morte de seus bebês. Disseram-me que isso foi um momento de histeria. Próximo estava uma enfermeira que chamou a emergência e eles transferiram-me para um hospital. Fiquei naquele hospital mais ou menos três meses. No princípio, não havia muita esperança, pois pesava somente 900g. Hoje, já há casos de bebês que sobreviveram sendo menores que eu”.

“Acabei sobrevivendo e saindo do hospital, sendo entregue a uma babá. A minha paralisia cerebral foi atribuída ao aborto. Disseram à minha babá que seria muito difícil que chegasse a engatinhar ou andar. Não conseguia sentar sem ajuda. Graças às orações, à dedicação da minha babá e, mais tarde, de muitas outras pessoas, acabei aprendendo a sentar-me sozinha, a engatinhar e a ficar de pé. Comecei a andar com muletas pouco antes dos 4 anos. Fui legalmente adotada pela filha da minha babá, Diana De Paul, alguns meses depois de começar a andar. O serviço de assistência social não me permitia ser adotada antes disso”.

“Continuei a fisioterapia por causa da minha deficiência e, depois de quatro intervenções cirúrgicas, posso agora andar sem ajuda. Nem sempre é fácil. Algumas vezes caio, embora, depois de cair durante 19 anos, tenha aprendido a cair graciosamente”.

“Estou contente por estar viva. Quase morri. Todos os dias agradeço a Deus pela vida. Não me considero um subproduto da concepção, uma massa de tecidos ou qualquer um dos títulos que dão às crianças em gestação. Não considero que as pessoas concebidas sejam meramente essas coisas”.

“Conheci outras pessoas que sobreviveram a um aborto. Todas são gratas pelo dom da vida. Há alguns meses, conheci outra menina que sobreviveu a um aborto por solução salina. Chama-se Sara. Tem dois anos e tem também paralisia cerebral. Ela é cega e tem muitas cicatrizes. O aborteiro, além de injetar a solução no útero da mãe, injeta também no bebê. A Sara foi injetada na cabeça. Pude ver em que parte da cabeça isso lhe foi feito. Quando falo, faço-o não somente por mim, mas por todos os outros sobreviventes, como a Sara, e por aqueles que ainda não podem falar”.

“Hoje, um bebê só é bebê quando vem na hora certa. Quando a hora não é certa, é um monte de tecidos ou outra coisa qualquer. Um bebê é um bebê quando um aborto espontâneo ocorre aos 2, 3 ou 4 meses. Um bebê é tecido ou massa de células quando o aborto é provocado aos 2, 3 ou 4 meses. Por que isso é assim? Não vejo diferença nenhuma. Que diferença vêem os senhores? Muitos fecham os olhos…”

“Para defender a vida, a melhor coisa que eu lhes posso mostrar é a minha vida. É um grande dom. Matar não é a solução para nenhum problema ou situação. Mostrem-me que matar é solução. Há uma citação na parte de cima de um dos edifícios do Capitólio que diz: ‘Aquilo que é moralmente errado não pode ser politicamente correto’. O aborto é moralmente errado. O nosso país está derramando o sangue de inocentes. Os Estados Unidos estão matando o seu futuro”.

“Toda vida tem valor. Toda a vida é um dom do nosso Criador. Temos de receber e cuidar dos dons que nos foram dados. Temos de honrar o direito à vida”.

Como Gianna, louvemos ao Deus da vida dizendo também “não” ao aborto.

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